Morreu nesta sexta-feira (8) o sambista Arlindo Cruz, aos 66 anos, oito anos depois de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico que o afastou dos palcos. O cantor, compositor e instrumentista é considerado um dos maiores nomes da história do samba brasileiro.
Natural do Rio de Janeiro, Arlindo Domingos da Cruz Filho começou a tocar cavaquinho ainda criança, influenciado pelo pai, Arlindão, que também era músico. Ganhou projeção nacional ao integrar o grupo Fundo de Quintal, ícone da renovação do samba nos anos 1980. Mais tarde, seguiu carreira solo e tornou-se autor de alguns dos sambas mais conhecidos do país, como O Show Tem Que Continuar, Meu Lugar, O Que É o Amor, Candura e Ainda É Tempo Pra Ser Feliz.














